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Sitel Group® marca presença no webinar Processo de Quito: Comunidades de Acolhida

Parceiro da ONU no acolhimento de pessoas refugiadas, o Sitel Group® compartilhou suas ações no webinar “Comunidades de Acolhida” para integrar refugiados na empresa.

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por Sitel Staff maio 18, 2022 - 3 MIN READ

Na última terça-feira (12), aconteceu a oitava edição do webinar “Comunidades de Acolhida”, do Processo de Quito, uma iniciativa da Agência UNHR ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados. Iniciado em 2018, com sua primeira reunião na capital do Equador, o Processo de Quito compõe reuniões e compromissos entre países latino-americanos para coordenar a crise migratória venezuelana. 

Representando o Brasil, juntamente com participantes da Colômbia e do Canadá, o Sitel Group® compartilhou sua experiência em empregar e acolher pessoas refugiadas, unido a um grupo de trabalho focado na participação do setor privado dentro das comunidades de acolhida. 

Integrando a oitava edição do evento, que ocorreu no formato on-line, e com grande responsabilidade em mãos, o Brasil assume, neste ano, a Presidência Pro Tempore do Processo de Quito, comprometendo-se com os temas: comunidades de acolhida; juventude; grupos vulneráveis: indígenas, negros, pessoas em situação de rua e pessoas com deficiência; articulação entre governos, sociedade civil, organismos internacionais e setor privado. 

Com 763 pessoas refugiadas no time, sendo 85% venezuelanas, e 15% promovidas para outros cargos, a Sitel Brasil® trabalhou em diversas ações para promover a empregabilidade destes colaboradores, que foram apresentadas por Adriana Wells, Gerente Sênior de Recursos Humanos da Sitel Brasil®, ao longo do webinar. O primeiro ponto abordado foi o fato de a pandemia ter facilitado o recrutamento e o processo seletivo dos refugiados. 

“Em 2020, a pandemia de certa forma facilitou a resolução de alguns problemas. Antes, tínhamos um colaborador venezuelano que precisava apresentar determinada documentação que o setor  trabalhista exigia, e para isso, ele precisava voltar para a Venezuela, o que era bastante inviável. Com a pandemia, as instituições precisaram encontrar soluções remotas, e isso foi positivo porque conseguimos oferecer a oportunidade deste venezuelano ingressar conosco. Outro ponto positivo foi a implantação do RH digital, pois muitas vezes as pessoas refugiadas realizam o processo seletivo em outro local, digitalmente, e uma vez aprovadas, entramos em contato, e as instituições e o Estado facilitam para que elas possam atuar conosco” expõe Adriana. 

Além da digitalização, integrar pessoas refugiadas no time requer um investimento em toda a equipe, para que todas as nossas pessoas saibam como promover o acolhimento da melhor forma possível. 

“Investimos no nosso time, para que as pessoas refugiadas se sintam acolhidas, sendo candidatas ou colaboradoras. Então, se o idioma nativo delas é o espanhol, teremos todas as iniciativas neste idioma, desde o processo seletivo, até a admissão e o treinamento, para que não sintam dificuldades na integração”, diz Adriana. “A partir daí, tivemos a ideia de implantar o ‘Espanhol In Company’, um projeto específico para investir no time brasileiro que precisa interagir com pessoas refugiadas. Tanto a liderança, quanto as áreas de apoio que precisam interagir com os refugiados, participam do programa, que foi implementado em 2021.”

Outro investimento importante da Sitel Brasil®, foi a adequação de toda a comunicação interna para o espanhol, para que os colaboradores refugiados se sintam abraçados e acolhidos. Mas, para além de empregar e integrar pessoas refugiadas no meio corporativo, a iniciativa privada também precisa atuar na integração social de seus colaboradores, para que tenham a melhor experiência possível no Brasil. 

“Alguns meses atrás, também implementamos o programa ‘Português In Company’, para que os refugiados possam ter aulas de português. Eles não têm a necessidade de falar português no escopo do trabalho deles, mas é importante ter em mente que quando saírem do site, irão pedir orientações na rua, irão utilizar o transporte público, vão para restaurantes, bancos etc, então não olhamos para uma integração apenas na empresa, mas para uma integração social. Uma integração na comunidade, no Brasil como um todo.” 

É importante também ressaltar que, em uma cultura organizacional responsável socialmente, é necessário investir em redes de apoio para as pessoas refugiadas, que precisam do máximo de suporte possível, desde a imigração até sua estabilidade no novo país. Oferecer segurança, acolhimento e a integração de pessoas, auxiliando no desenvolvimento profissional, pessoal e socioeconômico, é um dos pilares da cultura do Sitel Group®.

“Quando começamos a investir mais em nossa cultura organizacional, na inclusão da diversidade, pudemos também viabilizar algumas soluções importantes para os refugiados. Uma das iniciativas foi criar uma rede de apoio, através do programa de recrutamento e seleção ‘Indique Um Amigo’, em que os colaboradores refugiados podem indicar familiares e amigos para participar do processo. É muito bom ouvir os depoimentos deles falando “antes de conhecer o Brasil, conheci a Sitel”. Para eles isso significa muito, pois ir para um país sem saber ao certo como será, mas com uma porta aberta, e melhor, uma oportunidade de trabalho, traz não apenas aconchego e acolhimento, mas também uma segurança que ele talvez não tenha no país de origem”, finaliza Adriana. 

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