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O Neuromarketing como intensificador de CX

Falar em neuromarketing é ir além de opiniões. Uma estratégia de Customer Experience eficaz não pode depender de informações subjetivas e pode ser intensificada através da ciência.

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Neuromarketing como intensificador de CX
por Sitel Staff novembro 16, 2021 - 4 MIN READ

Enquanto o principal objetivo do marketing é desenvolver campanhas cada vez mais assertivas, o Neuromarketing busca entender como o cérebro humano responde a cada uma delas.

Na junção das duas áreas, encontramos a psicologia do consumo, que analisa a atuação de processos cerebrais responsáveis pela emoção e pela razão durante o momento da compra.

Entender como o neuromarketing, que é uma área da ciência combinada ao marketing, influencia, de fato, na jornada do cliente é uma pauta necessária quando falamos em Customer Experience (CX). Mas como transformar a teoria em prática e aproveitar os benefícios dessa tendência absoluta de mercado? É sobre isso que vamos falar nesse artigo. Escolha um dos tópicos abaixo ou continue com a leitura:

O que é Neuromarketing

Será que você sabe afirmar, com certeza, qual tipo de anúncio mais influencia sua decisão de compra? Ao chegar numa loja, qual é a disposição de ambiente que te motiva a ficar? E as cores das publicações nas redes sociais, quais delas são ideais para cada público? A resposta para esses questionamentos encontra-se no Neuromarketing.

Cada vez mais, empresas de diferentes segmentos buscam impactar o consumidor final através de experiências marcantes, que resultam na preferência por determinada marca, produto ou serviço.

O neuromarketing é o campo de estudo que utiliza a neurociência para analisar e explicar as preferências do consumidor por determinadas marcas, produtos e preços. Para isso, são feitas tomografias cerebrais que identificam como o cérebro reage a diferentes estímulos, como cores, layouts e textos.

Através dessas análises é possível dizer como as afinidades com marcas são construídas, tendências de consumo, objeções de compra e limites de valor aceitáveis para compra. Diante dessa diversidade, fica fácil entender onde o neuromarketing pode ser aplicado. Veja alguns exemplos:

Branding

Ideias, conceitos e sensações ajudam no relacionamento do cliente com a sua marca e como criar conexões profundas e reais com o seu público. Branding é puro neuromarketing!

Design de produto

Respostas dos consumidores que embasam tanto a criação de novos produtos, quanto o redesenho de embalagens.

Experiências on-line

Respostas cerebrais aos estímulos on-line, que tornam o digital ainda mais mensurável.

Tomada de decisão

Desde mudanças do ambiente até a análise de campanhas de publicidade, os dados de neuromarketing ajudam (e muito) na tomada de decisão assertiva.

A importância do Neuromarketing em CX

A experiência do consumidor diz respeito à forma como o cérebro reage aos diferentes estímulos (cognitivos, afetivos, sensoriais e comportamentais) provocados para influenciar o cliente antes, durante e após a decisão de compra. Paralelamente, o Neuromarketing aborda questões muito parecidas.

Para que as estratégias sejam assertivas, os dados devem ser igualmente confiáveis. Não é possível analisar uma resposta cerebral com base em opiniões pessoais e é aí que entra o neuromarketing. Essa é a área da ciência responsável pelo estudo dos fatores que influenciam a tomada de decisão do público final.

O termo Neuromarketing combina neurologia e marketing e foi criado por Ale Smidts, professor da Erasmus University na Inglaterra, mas popularizado pelo pesquisador de Harvard, Dr. Gerald Zaltman, que utilizou equipamentos de ressonância magnética para analisar a atividade cerebral em diferentes estímulos de marketing.

Em 2000, o neuromarketing foi registrado como uma ferramenta de mercado e os dados são continuamente utilizados em empresas de todo o mundo que desejam saber o que acontece na cabeça do consumidor, especialmente quando ele decide pelo produto X, ao invés do Y.

Dessa forma, é possível compreender de forma mais profunda o pensamento do público e, consequentemente, proporcionar uma experiência do consumidor de qualidade que gere conexões emocionais e duradouras com o cliente, aproximando-o da marca.

Assim, fica fácil entender a importância do tema para a área de CX. Não se trata apenas de uma ferramenta, mas ele representa uma das principais possibilidades para um investimento assertivo em ações interativas que despertem as atividades cerebrais esperadas para que a tomada de decisão seja feita com sucesso.

Um bom exemplo, fruto do neuromarketing, é o marketing sensorial. Nesse artigo, falamos sobre diferentes formas de promover uma melhor experiência do cliente.

Neuromarketing na jornada do cliente

A jornada do cliente é feita de três momentos distintos: interação, consumo e pós-venda. Em cada um deles, existem diferentes formas de aplicar o neuromarketing para aperfeiçoar a atuação da sua empresa. Veja algumas delas a seguir!

Design inteligente

Seja no design de um produto ou na criação de um site, o design inteligente é aquele que considera a influência de elementos, imagens e textos na visão do consumidor. Por exemplo, imagens com rostos de pessoas chamam a atenção de outras pessoas. Se elas estiverem de frente, tendem a prender a atenção do público, enquanto também podem incentivar a leitura do material, se estiverem com o rosto voltado para ele. Esta é uma das estratégias mais utilizadas quando se trata de neuromarketing.

Gatilhos mentais

Eles se tornaram comuns e têm o objetivo de comunicar uma informação rápida ao consumidor, que desperte o senso de necessidade. De acordo com o neuromarketing, gatilhos como o da escassez e da exclusividade despertam sensações de urgência e acesso restrito, que impulsionam as pessoas a executarem a ação.

Psicologia das cores

A psicologia das cores considera qual é a influência de características visuais no comportamento do cliente. A escolha é feita com base nos sentimentos que você deseja despertar. Esta também é uma das estratégias de neuromarketing mais visadas!

Storytelling

Diferente dos gatilhos mentais, o storytelling é uma técnica que busca criar um vínculo emocional com quem está do outro lado. Cada vez mais, as empresas contam narrativas aparentemente desvinculadas do produto, mas que são pensadas para que a marca se torne familiar e a escolha de seus produtos e serviços seja natural.

Se você chegou até aqui, esse é o momento ideal para utilizar o neuromarketing a seu favor. Lembre-se de que essa é a área da ciência especializada em analisar como nosso cérebro responde às influências que recebemos através das campanhas de marketing e o quanto isso significa para a área de Customer Experience.

Capriche no design, utilize gatilhos mentais para compartilhar informações rápidas, considere a psicologia das cores e invista na técnica de contar histórias para atrair, converter e engajar seu público. Ao dar esse passo rumo ao neuromarketing, você eleva e intensifica a experiência do consumidor, criando conexões duradouras e reais com seus clientes!

Gostou do conteúdo? Confira nossa matéria sobre CX Sensorial!

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